A doença como caminho de transformação – I

A doença mostra nossa sombra, nossos aspectos que mantemos na escuridão (insconciência). Mostra a verdade sobre nós que não queremos compreender, nossos maus hábitos que não queremos ou temos dificuldade em mudar.

Sob o prisma da lei de causa e efeito, a doença pode ser vista tanto como no papel de causa como no de efeito.

Como efeito, ela é a consequência de nossa má condução de nossa vida. Pode ser vista como uma fatalidade, um acidente, pois ninguém quer ficar doente. Mas nada é por acaso, para um acidente acontecer teve suas causas, mesmo que nos sejam inconscientes.

Como causa, ela pode ser vista como a maldita que nos faz sofrer ou… como causa [e efeito] de nossa transformação!!!

Somos capazes de ver a doença por um sentido do caminho (o de baixo pra cima), mas dificilmente o percebemos no sentido inverso (de cima para baixo). Em outras palavras, até conseguimos ver a doença como meio (ou oportunidade) de nossa conscientização (no sentido do falso-eu para o Eu-verdadeiro), mas será que já observamos o processo como o meio de nosso Eu Superior, Eu-verdadeiro, Essência estar transmutando nosso corpo, nosso DNA???

Neste caso, se nos entupimos de remédio estaremos não apenas tirando seus sintomas (dor ou sofrimento), mas também paralisando nossa transmutação.

Todos sabem da história da lagarta que vira borboleta? Se ela não quiser enfrentar a dificuldade de quebrar todo seu casulo, nunca terá forças para voar e desfrutar de sua libertação.

Uma pessoa que passa e vê a borboleta no meio do casulo se contorcendo toda, pode pensar “coitadinha”, se ajudar tirando-a do casulo, logo a borboleta irá morrer por ainda não ter forças para voar. O casulo ainda a servia como alimento e meio de fortalecimento. Assim é conosco também, não devemos ter pena das pessoas, mas sim misericórdia, o que é totalmente diferente.

As pessoas querem a liberdade, mas não percebem que sem passar pelo processo de sofrimento, não terão força suficiente para voar. Precisamos passar pelo sofrimento voluntário, o que significa pagar o nosso karma, nossas dívidas, voluntariamente! Só assim nos libertamos!

Uma resposta para A doença como caminho de transformação – I

  1. Paula Helena disse:

    eu sou uma linda borboleta!!!

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