Relação alimentação – comportamento II

Hoje refletiremos sobre a dieta e o comportamento dos esquimós. Sua alimentação é basicamente carne de peixes e de foca.

Em seu comportamento, os esquimós possuem costumes sexuais bem extravagantes. Praticam o incesto e não entendem quando alguém diz que é imoral ou indecente. Há poligamia. Nenhuma mulher pode ficar solteira. Muitos mantém 2 ou 3 esposas em lares separados para que não briguem entre si. É comum trocarem esposas com amigos. Os esquimós do norte do Oceano Pacífico tem o curioso costume de casamento em grupo: todos os irmãos e primos do noivo exigem o direito de manter relações sexuais com as esposas destes. Como casar e divorciar são coisas fáceis, cada homem acaba tendo relações com todas as mulheres da comunidade. Como ter filhos é algo de 1ª necessidade, cada homem deve ter o maior número possível de cópulas, com o maior número possível de moças e mulheres (esse é o comportamento de um peixe). Não há conceitos de fidelidade conjugal. O esquimó que tiver de se mostrar grato a um amigo ou estrangeiro, oferece sua esposa para dormir com ele. Isso é normal dentro da moral esquimó. Até os primeiros contatos de brancos com esquimós, não havia doenças venéreas. No século 18, caçadores russos entraram no Alasca e, ao descobrirem os costumes sexuais dos esquimós, deles procuraram tirar proveito. Mas deixaram doenças venéreas. Na Groelândia, os esquimós locais vivem em grandes casas comuns e, na hora do repouso, pratica-se o chamado “jogo de apagar as lâmpadas”, onde todos buscam esposas alheias para terem relações sexuais, não excluídos eventuais hóspedes. As mulheres as vezes, tem cópulas com cães que vivem nos grupos esquimós. Para eles sua liberdade sexual é uma necessidade do ponto de vista social e biológico.

Agora vamos desvendar a relação do comportamento com a alimentação baseada em carne de peixe e foca.

Qual é a fase de nossa vida que sentimos as sensações com mais intensidade? Um pista: é também o período que temos menos consciência de nós mesmos.

As sensações primárias para existir precisam do elemento aquoso/oleoso. No tato, por exemplo, basta compararmos a sensibilidade de uma mão áspera (seca) e dura em relação a uma mão mais umedecida/oleosa e macia. No paladar, para sentir o gosto é preciso estar com as glândulas salivares (boca) umedecida. As glândulas do olfato também (tanto que o cachorro que tem uma grande sensibilidade ao cheiro está sempre com o nariz bem umedecido, e quando não estiver é sinal de enfermidade). A própria audição e visão também, basta observarmos quando estamos com os olhos secos e nossa visão embaralha, e como ouvimos bem os sons debaixo da água.

Quando estamos na barriga da mãe as sensações são muito intensas (e estamos literalmente sendo chocados internamente),  pois estamos dentro de um meio aquoso (assim como os peixes dentro do mar e um ovo). Relembremos que o ser humano repassa toda a evolução da criação em sua própria vida [sugestão para aprofundamento: estudar mais sobre fenomenologia antroposófica].

Por isso os médicos clássicos dão tanta importância ao período de gravidez, no qual a mãe precisa passar esse período se sentindo bem física, mental e espiritualmente para o filho nascer bem sadio. A própria psicologia e psiquiatria moderna já perceberam que esse período de gravidez tem forte impacto na formação da personalidade de uma pessoa, devido às fortes impressões (sensações) gravadas já no início do desenvolvimento do cérebro.

Por causa dessas observações na Natureza em relação às sensações, na Ayurveda é visto que o peixe, frutos do mar, bem como o ovo, estimulam os desejos sensuais, “kama” (prazer), dentro dos aspectos de “rajas” (paixão) e de “tamas” (ignorância). Basta lembrarmos do famoso “kamasutra” para entender o significado de “kama“. Kama no aspecto de paixão e ignorância faz a pessoa fazer tudo pelo prazer sensual, sem se importar e se dar conta de outras conseqüências.

Não é atoa também que o peixe, frutos do mar e o ovo (que faz parte do órgão sexual da galinha) são conhecidos como afrodisíacos durante toda a história.

Assim, além de fazer o paralelo da alimentação dos esquimós com seus comportamentos [aqui principalmente sob o aspecto sexual], podemos agora também entender um pouco melhor como este fenômeno acontece.

Fonte sobre os esquimós: Esquimós – Vida Sexual http://pt.shvoong.com/social-sciences/anthropology/2008185-esquim%C3%B3s-vida-sexual/#ixzz1Iz8BKn9E

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